segunda-feira, 27 de junho de 2011

- PROFESSORA ESPECIALISTA LAÍSLORENA CREF 2724-G/PB -


Chega de ficar em casa reclamando que aquela roupa não entra mais, reclamações do tipo " ai eu nunca vou poder usar uma roupa desta" "eu não tenho corpo para isto" "eu não tenho tempo de ir para academia" "eu não tenho tempo de me cuidar melhor".
Ah é assim que voce vai ficar cada vez pior :x
Ah gente fala sério, a maioria dagente quer uma pilula que tome e fique "linda, gostosa e com tudo em pé" ai ai ai acordemmmmmmm isto não existe!
Vejam as vantagens abaixo e levantem este traseiro da poltrona e dedequem pelo menos 40 minutos do dia a vc, chega de desculpa esfarrapada, a idade vai chegando para todos e com ela o metabolismo que fica cada vez mais lento, a lei da gravidade chega pra todo mundo então vai ficar ai reclamando, dizendo que as gostosonas do orkut, facebook "Ah isto é PHOTOSHOP" ahhh gente lógico que tem muita gente por aí PHOTOCHAPADA mas cá entre nos tem gente que não tem photoshop q dê jeito, então cuida dê o primeiro passo, todo começo é difícil, porém mentalize seus objetivos e corra atras do prejuizo pq depois vai chegar o verão e vc vai querer usar aquele biquine de lacinho e aí já vai ser tarde demais! FICA A DICA!
E quem precisar de uma ajuda pra iniciar as atividades físicas entrem em contato comigo, trabalho em algumas academias da cidade, e até para quem não tá com aquela grana disponível tem aulas lá no Plínio Lemos gratuitas oferecidas pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, saúde, paz, disposição e coragem para todos.

- A PREPARAÇÃO FÍSICA -








A preparação física faz parte de um conjunto e não se limita apenas
à prática de vários exercícios de ginástica ou de alongamentos.

A preparação física deve imperativamente ter em conta os objectivos
a atingir, o desporto praticado, o nível do indivíduo.
O treinador ou coach tem como função ajudar o atleta a atingir
um patamar superior na sua actividade física.

Se, por qualquer motivo, considerar que apenas necessita de trabalhar os peitorais
e os bicípetes, nunca se esqueça de que o corpo humano forma um conjunto.
Ao ignorar determinadas partes, estará a criar desequilíbrios articulares que
rapidamente causarão lesões.

A corrida a pé ou o ciclismo nunca poderão substituir uma sessão de musculação
das coxas.
Estas atividades de cardio-training têm poucos efeitos do ponto de vista muscular.

Seja qual for o seu nível de treino, a sua actividade, a sua idade, o seu sexo, em qualquer dos casos, a sua sessão deve incluir:
AQUECIMENTO A pressão do organismo deve aumentar para poder trabalhar.
O aquecimento activa a respiração, devido à necessidade de oxigénio por parte dos músculos.
O oxigénio é transportado pelo sangue graças à aceleração do ritmo cardíaco.

Além disso, a dilatação dos vasos sanguíneos (vasodilatação) permite uma maior irrigação do sistema muscular.
A tensão arterial sobe.
As articulações tornam-se mais flexíveis.

Pode dividir o aquecimento em duas partes:
CARDIO-TRAINING (bicicleta, corrida, remo)
EXERCÍCIOS DE GINÁSTICA
O aquecimeto não deve ser violento e deve ter uma duração de 15 a 20 minutos.
BASE DE TREINO Estamos na sessão de treino propriamente dita.
Esta desenrola-se de acordo com os objectivos que fixou. A duração depende do treino que se possui na actividade, da intensidade do treino, da própria actividade, da idade, do sexo, da altura dentro da temporada, etc...

A fase de ALONGAMENTO ou STRETCHING estabelece a ligação com o regresso à calma.
REGRESSO À CALMA No início da sessão, o organismo tinha contraído uma dívida de oxigénio que necessita de recuperar. Isto pode durar algumas horas.
A tensão diminui, bem como o ritmo cardíaco.
Esta fase é tão importante quanto as outras duas, não se pode parar um treino de repente.
O organismo e o cérebro precisam destes momentos privilegiados após um esforço físico.
É essencial evitar fumar no fim dos treinos: o músculo cardíaco precisa do máximo de oxigénio para recuperar da pressão a que acaba de ser submetido.




Fonte: http://muscul.az.free.fr/pt/educatif/debut.html

- MUSCULAÇÃO FEMININA -



MUSCULAÇÃO FEMININA E FEMINILIDADE.

A musculação feminina pode ser praticada como a musculação masculina?O factor força é essencial no homem, quer seja consciente ou inconsciente.Em princípio, a feminilidade não se define pelo volume muscular.A psicologia da mulher orienta-a para outros objectivos. No entanto, significa isto que pode negligenciar a manutenção física do seu corpo?


Não me quero pronunciar relativamente a questões mais arriscadas como :
- A musculação é incompatível com a feminilidade.
- A mulher tem de ser musculada para se igualar ao homem.
- Para os homens, os músculos, para as mulheres, as crianças.
- etc ...

A mulher possui um sistema muscular, tal como o homem, e, à sua semelhança, existem mulheres mais potentes ou mais resistentes do que outras.

Nem todas as mulheres são iguais e o charme da vida resulta precisamente desta disparidade.

Quais os principais pontos a desenvolver?

Naturalmente, tal como acontece com os homens, os abdominais permanecem o principal elemento de qualquer preparação física. Acrescentar-lhe-ia um motivo adicional, a maternidade.

Ao contrário do homem, que tem uma maior tendência para trabalhar a parte superior do tronco, a mulher, devido à sua natureza, trabalha essencialmente as coxas e os glúteos.

Não deverá, no entanto, esquecer o trabalho das costas, pelos mesmos motivos que o homem. Terá de ser dada particular atenção aos músculos "dorsais fixadores""
O desenvolvimento dos peitorais, embora a sua função não consista em “encher” o peito, favorece um suporte mais em profundidade.

Quanto aos triceps, também não devem ser esquecidos a fim de evitar o rápido aparecimento de uma massa flácida na parte posterior dos braços.

Séries longas ou curtas?

A sessão de treino tem de incluir uma parte de aquecimento.

As séries longas destinam-se sobretudo a queimar gorduras.
As séries curtas favorecem a força muscular.
Por exemplo, 80% do trabalho das zonas mais afectadas pela massa gorda basear-se-á em séries longas de entre 30 e 50 repetições, enquanto 80% do reforço das costas ou do peito será efectuado através de séries de entre 10 e 15 repetições.

Ao trabalhar com séries pesadas, não corre qualquer risco de ficar com uma musculatura hipertrofiada.
Os músculos das mulheres não reagem como os dos homens.

É sempre preferível treinar várias vezes por semana com sessões curtas, do que efectuar um treino maior no fim-de-semana.

Musculação ou treino cardiovascular?

Ambos têm de ser praticados, pois os seus efeitos são complementares.
Não hesite em inspirar-se nos modelos de sessões propostos no site tanto para musculação como para.ginástica.
Não se esqueça do pequeno programa para fazer em casa sem equipamento ou simplesmente com um pequeno par de halteres ou pesos para braços ou pernas.

As motivações podem ser múltiplas :
Desenvolver-se
Muscular-se,
Preparar uma temporada desportiva,
Manter a forma,
Perder quilos supérfluos
Recuperar a forma ...


Eis a melhor forma de atingir os seus objectivos.


Sejam quais forem os seus objectivos, deve passar as etapas inevitáveis para não se sentir rapidamente desanimado e desiludido.

Deve respeitar princípios simples, e se a sua motivação parecer muito superior ao que preconizo, tente raciocinar da melhor forma.

Não salte etapas.
Progrida lentamente.
Treino, dieta e recuperação são indissociáveis.
Adapte o treino ao seu ritmo de vida.
Se uma técnica não lhe convier, substitua-a.
Aquele campeão treina daquela forma... certo, mas está no início!
Não tome produtos milagrosos.
Nenhum atleta no activo admite espontaneamente que toma outra coisa para além de proteínas, aminoácidos, massa, arroz, batatas, ovos, queijo fresco a 0% e água.
Se bastassem estes produtos e, sobretudo, se fossem inofensivos, teríamos todos uma fotografia nas revistas de musculação.


Resta-lhe deixar-se guiar e progredir da melhor forma nesta grande aventura.

Fonte : http://muscul.az.free.fr

domingo, 1 de maio de 2011

Há quanto tempo!



Olá pessoal!
Tudo bem? Estou em falta, sei que faz realmente, anos que não posto nada aqui, devido a falta de tempo e o meu acesso a internet é complicado.
Desde já, peço desculpa a todos vou colocar aqui o link do meu youtube www.youtube.com/laisinhalorena para que voces possam acompanhar, mais de perto o que anda acontecendo nos bastidores da dança da minha vida.
Super abraço a todos voces, Laís Lorena

domingo, 2 de agosto de 2009



Ações Pró-Saúde
:: Conceição Trucom ::

Aaron Antonovsky divulgou em 1979 o modelo que valoriza os fatores que geram saúde: a salutogênese. Este modelo se opõe ao modelo biomédico da patogênese, que foca as causas das doenças. Segundo Antonovsky, e as medicinas milenares como Ayurvédica e Tradicional Chinesa, quando potencializamos as forças que aumentam a saúde e se opõem ao estímulo causador de doenças, torna-se possível evitar, em muitas situações, doenças, acidentes, perdas e sofrimentos.

Fatores de proteção à saúde
O modelo da salutogênese (saluto=saúde + gênese=que gera) e os resultados das pesquisas sobre psiconeurimunologia vêm motivando cada vez mais pesquisadores na busca de fatores que protegem e favorecem a saúde. Deste modo, ativou-se um ramo da pesquisa, mais feliz e menos opressor, que durante muito tempo permaneceu na sombra: a capacidade para o prazer, com senso de coerência pela própria viva e saúde global.

Senso e atitudes de coerência
No modelo de saúde de Antonovsky importa a maneira de lidar com as influências e desafios da vida, que põem em risco a saúde como um todo. São agentes biológicos (microorganismos), químicos (tóxicos, alergênicos) e psicossociais (perdas de um ente querido ou trabalho, pressão para desempenho). Tais agentes são denominados "estressores", que desestabilizam o equilíbrio do organismo. Para o restabelecimento do equilíbrio e da saúde são necessárias atividades apropriadas. Os principais estressores psicossociais:
. Crônicos: como na forma de pressão prolongada para desempenho, subestimulação ou solidão;
. Fatos existenciais maiores: como a morte de uma pessoa próxima, perda do trabalho ou divórcio;
. Aborrecimentos cotidianos: como brigas com vizinhos, filhos, serviços de atendimento ao cliente, congestionamento no trânsito ou filas.

Esses estressores desenvolvem um estado de tensão que é acompanhado de determinados sentimentos e reações físicas. Cada desafio pode ser vivenciado com sensações de, por exemplo: a) irritação, impotência, frustração e mágoa ou b) compreensão, superação, oportunidade, ganho de experiência.

Ainda que vivenciando distintamente, deve-se partir do ponto de vista de que estamos expostos a fatores do estresse constantes e dificilmente podemos evitá-los. Mesmo no mais favorável e agradável ambiente, estamos sempre sendo submetidos a experiências que podem atuar como estressores. Por essa razão, a questão decisiva gira em torno de como as pessoas lidam com seus desafios e conseguem o domínio dos estados de tensão emocional e orgânica de maneira construtiva.

A maneira de dominar depende, em grande parte, de quais recursos uma pessoa pode lançar mão. Antonovsky denomina-os recursos gerais para resistência:

. consciência de saúde que se baseia em medidas profiláticas; como, por exemplo, buscar atividades saudáveis (lazer, esportes, meditação, terapia do riso) e fazer exames periódicos de prevenção;

. recursos gerais de resistência fisiológicos e bioquímicos, como um sistema imune bem funcionante (meditação, alimentação desintoxicante, terapia do riso);

. meios de ajuda materiais, como dinheiro ou a disponibilidade sobre bens e empregados;

. aptidão cognitiva individual, como conhecimento e inteligência: ler, estudar, buscar aprender e aprofundar sempre, além de rir e atividade física;

. recursos gerais de resistência emocional, como autoconfiança e amor-próprio: meditação, alimentação desintoxicante, terapia do riso e atividade física;

. pensamento positivo marcado, como maior racionalidade, flexibilidade e previsões: meditação, alimentação desintoxicante, terapia do riso e atividade física;

. retaguarda humana, ou seja, contato confiante, satisfatório e solícito com os outros: terapia do riso, rede de relacionamentos;

. identificação com uma cultura social, uma religião ou filosofia. Conhecer bem cada opção para fazer boas escolhas.

Antonovsky interessava-se em saber se esses recursos gerais de resistência poderiam ser ainda mais resumidos. Sua análise dos pontos em comum dos inúmeros recursos gerais de resistência o levou ao conceito de senso de coerência. O termo, de origem latina, significa o mesmo que "coesão", ou seja, não dispersão. Caracteriza-se, principalmente, por três componentes:

Compreensibilidade: refere-se à amplitude com que as dificuldades cotidianas são vivenciadas como parte do sentido, se são exequíveis e perceptíveis.

Superabilidade: sob este termo entende-se o quanto alguém se julga capaz de vencer desafios, contando com as aptidões e a ajuda disponíveis.

Signifícância: aqui está em questão o quanto a vida tem um sentido emocional. A significância se refere, pois, à maneira pela qual problemas e exigências da vida são vivenciados, para compensar a luta por eles.

O importante também aqui é a percepção e a interpretação dos encargos e desafios da vida (estressores). São três níveis de interpretação dos estressores:

Interpretação de nível 1: Pessoas com um forte senso de coerência não sentem os estressores como uma sobrecarga. Permanecem descontraídas ou encaram os estressores como interessantes desafios.

Interpretação de nível 2: Aqui ocorre uma avaliação se a situação considerada um estressor é negativa, positiva ou indiferente para o bem-estar geral. Uma pessoa com forte senso de coerência chegaria com mais intensidade a uma interpretação positiva ou a considerá-lo insignificante.

Interpretação de nível 3: Aqui a pessoa se defronta com condições concretas de estresse e seu forte senso de coerência favorece uma interpretação mais clara e diferenciada da situação de sobrecarga. Os sentimentos desencadeados são igualmente mais claros, menos difusos e, com isso, menos entorpecedores. Como também situações difíceis são vistas como compreensíveis e significativas, existe uma base de motivação mais favorável para ser superada.

Qual a forma de atuação sobre o corpo e a saúde? Que "pontes" há entre o corpo e a psique?

Antonovsky apresenta para a solução desta questão um modelo semelhante àquele adotado por Ohm (1990). Supõem-se dois tipos de interações psicofisiológicas:

. Pessoas com um forte senso de coerência tendem a "superar" situações difíceis sem causar danos à sua saúde como tabagismo, álcool, ingestão excessiva de alimentos e drogas. Têm recursos mais eficientes e saudáveis para combater a tensão e superar seus desafios.

. A segunda "ponte" entre psiquismo, comportamento e corpo situa-se em determinados processos orgânicos, onde, eletricamente, o senso de coerência provoca um estado de ânimo favorável, que, por sua vez, atua em determinadas reações do cérebro de forma positiva no sistema imune.

Finalizo este texto com algumas frases valiosas:
- O riso é a menor distância entre duas pessoas, como também a menor distância entre o desafio e sua solução.
- O riso em companhia tem uma função de reforço grupal, porque os participantes, por meio do bom-humor, se mostram mais unidos e destemidos diante dos perigos.
- Enquanto na sobrevivência a freqüência emocional predominante é o medo, na superação a freqüência predominante é o amor. Mas, a luz no fim do túnel é que: cada medo tem seu oponente no riso e bom-humor.
- A liberdade da interpretação nos torna possível perceber perspectivas surpreendentes, inclusive, absurdos que fazem parte de muitos dos nossos problemas e conflitos.
- O bom-humor rompe caminhos rígidos, preestabelecidos e une diversos planos e sistemas de raciocínio. Ou seja, nos torna mais inteligentes, acessíveis e inspirados.

Fontes: Quero viver num planeta que RI - Conceição Trucom - livro eletrônico /Rir, Amar e Viver Mais - Dietmar Ohm - Editora Paulinas /O poder do Riso - Mariana Funnes - Editra Ground.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dançar faz bem à saúde!







Nem sempre vista como uma forma de exercício, mas antes uma actividade social, de competição ou de lazer, dançar é, para além de uma arte, um forte aliado da nossa saúde. São muitos os benefícios que a dança traz para quem a pratica e para ajudar a convencê-lo, reunimos os top 5 motivos.

1. Perda/manutenção de peso. Para além de ser um hobby divertido, uma forma de conhecer pessoas e aprender coisas novas, dançar é, no fundo, um exercício físico como qualquer outro. Ora vejamos: os seus mil e um movimentos contribuem para a aceleração do coração (qual aeróbica!) e, como os diferentes tipos de dança incidem especificamente e de forma repetida sobre diferentes áreas do corpo, os músculos são facilmente tonificados. Por isso mesmo, uma sessão de dança queima tantas calorias como uma caminhada, uma sessão de natação ou de ciclismo. Se pretende perder peso com recurso à dança, é importante estudar bem o estilo que melhor se adeqúe a si antes de se escrever em aulas – por exemplo, uma aula ritmada de salsa irá queimar mais calorias do que uma aula tranquila de ballet.
2. Flexibilidade. Ser flexível é um elemento chave da nossa saúde e, embora a dança requeira já bastante flexibilidade, só o facto de a praticar torna qualquer dançarino naturalmente mais flexível. Por norma, as aulas de dança iniciam com uma sessão de aquecimento, ou seja, vários exercícios de alongamento, de forma a preparar o corpo para o que aí vem. É importante que qualquer bailarino consiga uma grande amplitude de movimentos, porque a dança assim o exige. Quanto maior essa amplitude, mais facilmente conseguirá contrair e esticar cada grupo de músculos trabalhado. Com tamanha flexibilidade, sentirá que o seu corpo estará apto a dançar sem parar e é a saúde que ganha com isso.
3. Força. Juntamente com a flexibilidade vem a força, sendo que esta é a capacidade que um músculo tem para exercer força contra uma resistência. No caso da dança, a força ganha-se à medida que o bailarino trabalha os músculos, para que estes possam resistir à força do seu próprio peso. Pense nos saltos, cambalhotas e trabalho de pernas que é exigido de um dançarino, para não falar nas vezes que tem de pegar em e lançar o seu par. Quem pratica dança, torna-se gradualmente mais forte e mais força é igual a mais saúde.
4. Resistência. Na sua base, a dança é uma forma de exercício físico e, como sabemos, qualquer tipo de exercício físico aumenta a resistência do corpo e do organismo. Resistência é a habilidade que os músculos têm de trabalhar durante mais tempo, sem se ressentirem ou queixarem-se de cansaço. Por isso mesmo, qualquer tipo de dança – mas principalmente os géneros mais vigorosos, porque põem o coração a trabalhar – são perfeitos para aumentar a sua resistência. Uma pessoa mais resistente é uma pessoa com saúde para dar e vender.
5. Bem-estar geral. Dançar sempre foi uma actividade alegre e bem-disposta: promove o convívio social, alia música a movimentos mágicos para um resultado final surpreendente. Mais flexibilidade, força, resistência e um corpo tonificado (que sabe dançar!) contribui, em larga escala, para aumentar os níveis de auto-estima e de energia positiva de qualquer bailarino. Com benefícios físicos (todos aqueles já mencionados) e emocionais (alivia o stress e a tensão, permite a criação de relações sociais e aumenta a autoconfiança) dançar é ser saudável, por dentro e por fora.

Quickstep: uma dança veloz e elegante






O Quickstep é um estilo de dança de salão internacional e, embora possa ser comparado com o Foxtrot, o Charleston e até a Valsa, este é bem mais rápido e implica alguns passos de dança intrínsecos… mas não deixa de ser elegante e, acima de tudo, um prazer dançar e observar.
Uma história ao som do jazz

A história do Quickstep está intimamente ligada ao aparecimento de dois géneros musicais – o Ragtime e o Jazz – mas já teria começado a ganhar forma a partir do final do século XIX graças às suas predecessoras, o Boston e o One Step, duas danças que privilegiavam os passos andantes e pequenos saltos em detrimento dos passos mais tradicionais e mais vistos até então. Porém, tudo mudou com os deliciosos sons do Ragtime e do Jazz que exigiam uma dança à altura.
Várias danças numa só

Em retrospectiva, é seguro dizer-se que o Quickstep evoluiu a partir de estilos de dança tão distintos como o Foxtrot, Charleston, Shag, Peabody, Boston e One Step, sendo uma criativa combinação de todas elas. Tendo a sua origem em Inglaterra onde, curiosamente, muitas bandas tocavam o Foxtrot lento demasiado rápido, a solução foi abrandar o ritmo do Foxtrot lento e introduzir o que viria a ser o Quickstep como a versão mais rápida do Foxtrot. Em 1925 chegou a febre do Charleston que teria um papel determinante na criação do Quickstep, que foi oficialmente reconhecido a partir de 1927. O Quickstep tinha chegado para ficar e a loucura dos ingleses por esta dança foi explicada de uma forma muito simples: foi a maneira encontrada de se manterem quentes durante os meses frios do Inverno, isto porque dizem eles 60 segundos de Quickstep equivale a correr 1,5 km! A dança também correu mundo e, graças, ao seu carácter alegre que consegue proporcionar um belo espectáculo, tanto para quem dança como para quem observa, essa loucura continua ainda hoje!
Descubra as diferenças

A combinação de movimentos lineares e circulares faz do Quickstep uma verdadeira lufada de ar fresco sobre a pista de qualquer salão de dança. Embora tenha evoluído do Foxtrot, o Quickstep distingue-se em termos de passos e sequências, que são muito diferentes e ainda em pequenos pormenores como o facto do homem manter os pés unidos, o que não acontece no Foxtrot. O Quickstep é ainda comparado com a Valsa, uma vez que as suas posições iniciais são idênticas, assim como o esquema diagonal que sustenta as figuras básicas. Com uma personalidade muito própria, é impossível ficar-se indiferente a um bom Quickstep!
Rápido, vamos dançar!

O Quicktep é uma dança simultaneamente rápida e elegante – a sua dificuldade está em conseguir esta harmonia – sendo que os bailarinos devem dançar com postura, dando a sensação que são leves como penas. Extremamente divertida e energética, faz questão de utilizar a pista de dança na sua totalidade, onde executa passos com nomes tão intrigantes como o promenade chassé, o lock step, os passos andantes, a volta num tempo e os quartos de volta. Curiosamente, a posição inicial do Quickstep é exactamente igual à da Valsa, ou seja, com o corpo em contacto com o do par, o homem coloca o braço direito sobre a omoplata da mulher, a quem dá a mão esquerda, mantendo o braço esquerdo dobrado no cotovelo. Mantém os pés juntos e fixa o olhar em frente, sobre o ombro direito da mulher que, por sua vez, vira a cabeça para a esquerda, mantendo-a ligeiramente inclinada para trás. O seu braço esquerdo é apoiado no braço direito do homem e também mantêm os pés unidos.