domingo, 2 de agosto de 2009



Ações Pró-Saúde
:: Conceição Trucom ::

Aaron Antonovsky divulgou em 1979 o modelo que valoriza os fatores que geram saúde: a salutogênese. Este modelo se opõe ao modelo biomédico da patogênese, que foca as causas das doenças. Segundo Antonovsky, e as medicinas milenares como Ayurvédica e Tradicional Chinesa, quando potencializamos as forças que aumentam a saúde e se opõem ao estímulo causador de doenças, torna-se possível evitar, em muitas situações, doenças, acidentes, perdas e sofrimentos.

Fatores de proteção à saúde
O modelo da salutogênese (saluto=saúde + gênese=que gera) e os resultados das pesquisas sobre psiconeurimunologia vêm motivando cada vez mais pesquisadores na busca de fatores que protegem e favorecem a saúde. Deste modo, ativou-se um ramo da pesquisa, mais feliz e menos opressor, que durante muito tempo permaneceu na sombra: a capacidade para o prazer, com senso de coerência pela própria viva e saúde global.

Senso e atitudes de coerência
No modelo de saúde de Antonovsky importa a maneira de lidar com as influências e desafios da vida, que põem em risco a saúde como um todo. São agentes biológicos (microorganismos), químicos (tóxicos, alergênicos) e psicossociais (perdas de um ente querido ou trabalho, pressão para desempenho). Tais agentes são denominados "estressores", que desestabilizam o equilíbrio do organismo. Para o restabelecimento do equilíbrio e da saúde são necessárias atividades apropriadas. Os principais estressores psicossociais:
. Crônicos: como na forma de pressão prolongada para desempenho, subestimulação ou solidão;
. Fatos existenciais maiores: como a morte de uma pessoa próxima, perda do trabalho ou divórcio;
. Aborrecimentos cotidianos: como brigas com vizinhos, filhos, serviços de atendimento ao cliente, congestionamento no trânsito ou filas.

Esses estressores desenvolvem um estado de tensão que é acompanhado de determinados sentimentos e reações físicas. Cada desafio pode ser vivenciado com sensações de, por exemplo: a) irritação, impotência, frustração e mágoa ou b) compreensão, superação, oportunidade, ganho de experiência.

Ainda que vivenciando distintamente, deve-se partir do ponto de vista de que estamos expostos a fatores do estresse constantes e dificilmente podemos evitá-los. Mesmo no mais favorável e agradável ambiente, estamos sempre sendo submetidos a experiências que podem atuar como estressores. Por essa razão, a questão decisiva gira em torno de como as pessoas lidam com seus desafios e conseguem o domínio dos estados de tensão emocional e orgânica de maneira construtiva.

A maneira de dominar depende, em grande parte, de quais recursos uma pessoa pode lançar mão. Antonovsky denomina-os recursos gerais para resistência:

. consciência de saúde que se baseia em medidas profiláticas; como, por exemplo, buscar atividades saudáveis (lazer, esportes, meditação, terapia do riso) e fazer exames periódicos de prevenção;

. recursos gerais de resistência fisiológicos e bioquímicos, como um sistema imune bem funcionante (meditação, alimentação desintoxicante, terapia do riso);

. meios de ajuda materiais, como dinheiro ou a disponibilidade sobre bens e empregados;

. aptidão cognitiva individual, como conhecimento e inteligência: ler, estudar, buscar aprender e aprofundar sempre, além de rir e atividade física;

. recursos gerais de resistência emocional, como autoconfiança e amor-próprio: meditação, alimentação desintoxicante, terapia do riso e atividade física;

. pensamento positivo marcado, como maior racionalidade, flexibilidade e previsões: meditação, alimentação desintoxicante, terapia do riso e atividade física;

. retaguarda humana, ou seja, contato confiante, satisfatório e solícito com os outros: terapia do riso, rede de relacionamentos;

. identificação com uma cultura social, uma religião ou filosofia. Conhecer bem cada opção para fazer boas escolhas.

Antonovsky interessava-se em saber se esses recursos gerais de resistência poderiam ser ainda mais resumidos. Sua análise dos pontos em comum dos inúmeros recursos gerais de resistência o levou ao conceito de senso de coerência. O termo, de origem latina, significa o mesmo que "coesão", ou seja, não dispersão. Caracteriza-se, principalmente, por três componentes:

Compreensibilidade: refere-se à amplitude com que as dificuldades cotidianas são vivenciadas como parte do sentido, se são exequíveis e perceptíveis.

Superabilidade: sob este termo entende-se o quanto alguém se julga capaz de vencer desafios, contando com as aptidões e a ajuda disponíveis.

Signifícância: aqui está em questão o quanto a vida tem um sentido emocional. A significância se refere, pois, à maneira pela qual problemas e exigências da vida são vivenciados, para compensar a luta por eles.

O importante também aqui é a percepção e a interpretação dos encargos e desafios da vida (estressores). São três níveis de interpretação dos estressores:

Interpretação de nível 1: Pessoas com um forte senso de coerência não sentem os estressores como uma sobrecarga. Permanecem descontraídas ou encaram os estressores como interessantes desafios.

Interpretação de nível 2: Aqui ocorre uma avaliação se a situação considerada um estressor é negativa, positiva ou indiferente para o bem-estar geral. Uma pessoa com forte senso de coerência chegaria com mais intensidade a uma interpretação positiva ou a considerá-lo insignificante.

Interpretação de nível 3: Aqui a pessoa se defronta com condições concretas de estresse e seu forte senso de coerência favorece uma interpretação mais clara e diferenciada da situação de sobrecarga. Os sentimentos desencadeados são igualmente mais claros, menos difusos e, com isso, menos entorpecedores. Como também situações difíceis são vistas como compreensíveis e significativas, existe uma base de motivação mais favorável para ser superada.

Qual a forma de atuação sobre o corpo e a saúde? Que "pontes" há entre o corpo e a psique?

Antonovsky apresenta para a solução desta questão um modelo semelhante àquele adotado por Ohm (1990). Supõem-se dois tipos de interações psicofisiológicas:

. Pessoas com um forte senso de coerência tendem a "superar" situações difíceis sem causar danos à sua saúde como tabagismo, álcool, ingestão excessiva de alimentos e drogas. Têm recursos mais eficientes e saudáveis para combater a tensão e superar seus desafios.

. A segunda "ponte" entre psiquismo, comportamento e corpo situa-se em determinados processos orgânicos, onde, eletricamente, o senso de coerência provoca um estado de ânimo favorável, que, por sua vez, atua em determinadas reações do cérebro de forma positiva no sistema imune.

Finalizo este texto com algumas frases valiosas:
- O riso é a menor distância entre duas pessoas, como também a menor distância entre o desafio e sua solução.
- O riso em companhia tem uma função de reforço grupal, porque os participantes, por meio do bom-humor, se mostram mais unidos e destemidos diante dos perigos.
- Enquanto na sobrevivência a freqüência emocional predominante é o medo, na superação a freqüência predominante é o amor. Mas, a luz no fim do túnel é que: cada medo tem seu oponente no riso e bom-humor.
- A liberdade da interpretação nos torna possível perceber perspectivas surpreendentes, inclusive, absurdos que fazem parte de muitos dos nossos problemas e conflitos.
- O bom-humor rompe caminhos rígidos, preestabelecidos e une diversos planos e sistemas de raciocínio. Ou seja, nos torna mais inteligentes, acessíveis e inspirados.

Fontes: Quero viver num planeta que RI - Conceição Trucom - livro eletrônico /Rir, Amar e Viver Mais - Dietmar Ohm - Editora Paulinas /O poder do Riso - Mariana Funnes - Editra Ground.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dançar faz bem à saúde!







Nem sempre vista como uma forma de exercício, mas antes uma actividade social, de competição ou de lazer, dançar é, para além de uma arte, um forte aliado da nossa saúde. São muitos os benefícios que a dança traz para quem a pratica e para ajudar a convencê-lo, reunimos os top 5 motivos.

1. Perda/manutenção de peso. Para além de ser um hobby divertido, uma forma de conhecer pessoas e aprender coisas novas, dançar é, no fundo, um exercício físico como qualquer outro. Ora vejamos: os seus mil e um movimentos contribuem para a aceleração do coração (qual aeróbica!) e, como os diferentes tipos de dança incidem especificamente e de forma repetida sobre diferentes áreas do corpo, os músculos são facilmente tonificados. Por isso mesmo, uma sessão de dança queima tantas calorias como uma caminhada, uma sessão de natação ou de ciclismo. Se pretende perder peso com recurso à dança, é importante estudar bem o estilo que melhor se adeqúe a si antes de se escrever em aulas – por exemplo, uma aula ritmada de salsa irá queimar mais calorias do que uma aula tranquila de ballet.
2. Flexibilidade. Ser flexível é um elemento chave da nossa saúde e, embora a dança requeira já bastante flexibilidade, só o facto de a praticar torna qualquer dançarino naturalmente mais flexível. Por norma, as aulas de dança iniciam com uma sessão de aquecimento, ou seja, vários exercícios de alongamento, de forma a preparar o corpo para o que aí vem. É importante que qualquer bailarino consiga uma grande amplitude de movimentos, porque a dança assim o exige. Quanto maior essa amplitude, mais facilmente conseguirá contrair e esticar cada grupo de músculos trabalhado. Com tamanha flexibilidade, sentirá que o seu corpo estará apto a dançar sem parar e é a saúde que ganha com isso.
3. Força. Juntamente com a flexibilidade vem a força, sendo que esta é a capacidade que um músculo tem para exercer força contra uma resistência. No caso da dança, a força ganha-se à medida que o bailarino trabalha os músculos, para que estes possam resistir à força do seu próprio peso. Pense nos saltos, cambalhotas e trabalho de pernas que é exigido de um dançarino, para não falar nas vezes que tem de pegar em e lançar o seu par. Quem pratica dança, torna-se gradualmente mais forte e mais força é igual a mais saúde.
4. Resistência. Na sua base, a dança é uma forma de exercício físico e, como sabemos, qualquer tipo de exercício físico aumenta a resistência do corpo e do organismo. Resistência é a habilidade que os músculos têm de trabalhar durante mais tempo, sem se ressentirem ou queixarem-se de cansaço. Por isso mesmo, qualquer tipo de dança – mas principalmente os géneros mais vigorosos, porque põem o coração a trabalhar – são perfeitos para aumentar a sua resistência. Uma pessoa mais resistente é uma pessoa com saúde para dar e vender.
5. Bem-estar geral. Dançar sempre foi uma actividade alegre e bem-disposta: promove o convívio social, alia música a movimentos mágicos para um resultado final surpreendente. Mais flexibilidade, força, resistência e um corpo tonificado (que sabe dançar!) contribui, em larga escala, para aumentar os níveis de auto-estima e de energia positiva de qualquer bailarino. Com benefícios físicos (todos aqueles já mencionados) e emocionais (alivia o stress e a tensão, permite a criação de relações sociais e aumenta a autoconfiança) dançar é ser saudável, por dentro e por fora.

Quickstep: uma dança veloz e elegante






O Quickstep é um estilo de dança de salão internacional e, embora possa ser comparado com o Foxtrot, o Charleston e até a Valsa, este é bem mais rápido e implica alguns passos de dança intrínsecos… mas não deixa de ser elegante e, acima de tudo, um prazer dançar e observar.
Uma história ao som do jazz

A história do Quickstep está intimamente ligada ao aparecimento de dois géneros musicais – o Ragtime e o Jazz – mas já teria começado a ganhar forma a partir do final do século XIX graças às suas predecessoras, o Boston e o One Step, duas danças que privilegiavam os passos andantes e pequenos saltos em detrimento dos passos mais tradicionais e mais vistos até então. Porém, tudo mudou com os deliciosos sons do Ragtime e do Jazz que exigiam uma dança à altura.
Várias danças numa só

Em retrospectiva, é seguro dizer-se que o Quickstep evoluiu a partir de estilos de dança tão distintos como o Foxtrot, Charleston, Shag, Peabody, Boston e One Step, sendo uma criativa combinação de todas elas. Tendo a sua origem em Inglaterra onde, curiosamente, muitas bandas tocavam o Foxtrot lento demasiado rápido, a solução foi abrandar o ritmo do Foxtrot lento e introduzir o que viria a ser o Quickstep como a versão mais rápida do Foxtrot. Em 1925 chegou a febre do Charleston que teria um papel determinante na criação do Quickstep, que foi oficialmente reconhecido a partir de 1927. O Quickstep tinha chegado para ficar e a loucura dos ingleses por esta dança foi explicada de uma forma muito simples: foi a maneira encontrada de se manterem quentes durante os meses frios do Inverno, isto porque dizem eles 60 segundos de Quickstep equivale a correr 1,5 km! A dança também correu mundo e, graças, ao seu carácter alegre que consegue proporcionar um belo espectáculo, tanto para quem dança como para quem observa, essa loucura continua ainda hoje!
Descubra as diferenças

A combinação de movimentos lineares e circulares faz do Quickstep uma verdadeira lufada de ar fresco sobre a pista de qualquer salão de dança. Embora tenha evoluído do Foxtrot, o Quickstep distingue-se em termos de passos e sequências, que são muito diferentes e ainda em pequenos pormenores como o facto do homem manter os pés unidos, o que não acontece no Foxtrot. O Quickstep é ainda comparado com a Valsa, uma vez que as suas posições iniciais são idênticas, assim como o esquema diagonal que sustenta as figuras básicas. Com uma personalidade muito própria, é impossível ficar-se indiferente a um bom Quickstep!
Rápido, vamos dançar!

O Quicktep é uma dança simultaneamente rápida e elegante – a sua dificuldade está em conseguir esta harmonia – sendo que os bailarinos devem dançar com postura, dando a sensação que são leves como penas. Extremamente divertida e energética, faz questão de utilizar a pista de dança na sua totalidade, onde executa passos com nomes tão intrigantes como o promenade chassé, o lock step, os passos andantes, a volta num tempo e os quartos de volta. Curiosamente, a posição inicial do Quickstep é exactamente igual à da Valsa, ou seja, com o corpo em contacto com o do par, o homem coloca o braço direito sobre a omoplata da mulher, a quem dá a mão esquerda, mantendo o braço esquerdo dobrado no cotovelo. Mantém os pés juntos e fixa o olhar em frente, sobre o ombro direito da mulher que, por sua vez, vira a cabeça para a esquerda, mantendo-a ligeiramente inclinada para trás. O seu braço esquerdo é apoiado no braço direito do homem e também mantêm os pés unidos.

terça-feira, 12 de maio de 2009

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Para download

DANÇA - Vídeo aulas


Olá gente! Tudo bem?
Estava imaginando coisas interessantes para postar e resolvi dividir com vocês, para começar, links de vídeo aulas, que estão recentemente me ajudando, e a quem for interessado na área da dança sejam bem vindos, assim como os curiosos.

__________________Hip Hop____________________

Vídeo aua - HIP HOP (aula 2)

Vídeo aula - Loking

Vídeo aua - HIP HOP (aula 4)

Vídeo aula -Dance Hall (aula 6)

Vídeo aula - Street Dance

Vídeo aula - Break





____________________Merengue__________________




Vídeo aula - Merengue








__________________Frevo____________________


Vídeo aula - Frevo I

Vídeo aula - Frevo II

Vídeo aula - Frevo III


Vídeo aula - Frevo IV

Vídeo aula - Frevo V

Vídeo aula - Frevo VI

Vídeo aula - Frevo VII


__________________Samba____________________





___________________Dança Árabe___________________


___________________Dança do Ventre___________________






Vídeo aula - Dança do Ventre












__________________Dabke (Dança Libanesa)____________________

Vídeo aula - Dabke

Apresentação de Dabke do Studio Brigitte Bacha

A palavra dabke significa "bater o pé no chão". É dançado no Líbano, Síria, Jordânia e Palestina. Pode ser feito só por homens, só por mulheres ou por ambos, dependendo da tradição local. É feito em filas que podem se quebrar em formações. Os dançarinos podem dar as mãos ou colocá-las no quadril, com os cotovelos para fora. O líder é quem determina os passos da dança, guiando da ponta da fila girando seu lenço branco no tempo da batida. Quando os outros dançarinos estão acompanhando devidamente, ele começa a enfeitar o passo que acabou de criar com pulos, giros e viradas em que for hábil. Ele pode sair da fila e se mover nela para fazer passos sozinho ou desafiar os outros a dançarem sozinhos. O líder fica na ponta direita da fila, mas há pelo menos uma exceção notável, que é a "hora/debka" israelita, onde o líder fica na ponta esquerda da fila e esta move na direção oposta. O ritmo pode ser uma marcha reta e batida de pé, ou pode vir intrinsecamente sincopado. Os movimentos dos dançarinos variam de uma pisada à frente a um passo contínuo simples, dobrar o joelho várias vezes, uma combinação de pulo e chute e o batimento ritmado com o pé. Há também pulinhos, saltinhos e movimentos trabalhados com os pés. O líder pode rodar um guardanapo ou lencinho. O sentimento (sensação) da dança é ditado pelos músicos – particularmente o flautista tocando o Nai – e pelo RAS (líder). A vantagem da flauta na dança é que aquele que a toca também pode participar. Às vezes seu toque parece levar os dançarinos a um transe onde eles andam arrastando e sacudindo por muito tempo sem mudar o passo. Outras vezes ele pode incentivar pulos e gritos até a exaustão. Essa dança é realizada por grupos profissionais em apresentações e também por pessoas comuns em casamentos e festas. É gostosa de dançar e linda de assistir. Há semelhanças com outras danças, como o Hasapiko rápido grego (não o Vari Hasapiko), Macedonian Oro, Bulgarian Horo, que são todos baseados no mesmo padrão passo-passo-passo-chute-passo-chute.

curiosidade: Tasha Banat diz que o dabke às vezes é dançado com um bastão, mas que não tem nenhuma relação com o Tahtib ou dança da bengala egípcia (Saidi). Ele diz que quando um galho reto de oliva é encontrado (algo muito incomum, devido ao jeito que as oliveiras crescem) é considerado sinal de boa sorte. O ramo pode ser retirado da árvore e esculpido em forma de uma bengala sem gancho, geralmente em espiral. Então ele é levado durante a dança e pode ser balançado ou segurado no alto, para enfatizar, mas não é usado como instrumento marcial como o Assaya é no Tahtib... é apenas um símbolo de boa sorte.
[Fonte: http://www.angelfire.com/co2/dventre/dabke.html ]






__________________Valsa____________________

Vídeo aula - Valsa

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Vídeo aula -

Vídeo aula -

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Espero que sirva, cherinhos,
Laís Lorena.

domingo, 19 de abril de 2009




Boa noite! Testanto :D